domingo, junho 5

Desculpas

Líquido sanguíneo bombeado sem razão lúcida que me percorre, meu pequeno e limitado fio de vida que fluí não sabendo como ou onde ir ou de quem fugir. Objecto de confinados músculos que suportas a arrogância e a tristeza das minhas infinitas e vastas desilusões por esta obsessão. Singulares observadores que expelem os pedaços malignos da minha alma quando chora, libertando lágrimas corcudilosas contudo, pacíficas por este sentir. Par que  sabe tudo  o que eu sei, conhece as vozes que arrepiam minha pele e que libertam as hormonas codificadoras da minha remota felicidade. Mãos esguías e robustas que me agarram  à terra fresca e cheirosa deste Junho de desventuras e viagens em redor do mundo redondo de sensações e de desculpas. A todos vós, órgãos de presente perfeita elaboração, peço desculpa e mil e um perdões por estes disléxicos pensamentos pensados por esta mente suja e refinada pelos escassos movimentos de sábado à noite, em que já em nada penso, mas, desafortunadamente, sinto!

1 comentário:

Hayley Nyya* disse...

Olá! Obrigada! :D Ainda bem que estás a gostar! :D beijinho!